POETAS, POR ONDE ANDAIS?
















Já não sentem a beleza da montanha,
Já não desbravam os morros, com'outro dia...
Já não apreciam as teias d'aranha
Nem ouvem os cantares da cotovia.

O chão já não fica pejado de rosas,
Os campos já nem servem prás sementeiras...
No céu não vêem estrelas luminosas,
Noites de luar não têm cavaqueiras.

Partiram no fogo das suas trovas,
Passaram noites e dias... mas sem provas
Da poesia com rima e com métrica.

Choram, cantam. amam... com os seus poemas
E morrem cantando amores sem lemas,
Com frases prosaicas... d'alguma poética.

Modesto

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