domingo, 31 de janeiro de 2016

SAUDADES DA MINHA TERRA

















O que vale dizer adeus ao pôr- do-sol
Se ele volta amanhã na alvorada?
Ele renasce das cinzas do arrebol
E fará do dia, aurora restaurada!

Não se fala de nevoeiro sem farol,
Pois queremos ver a estrela despertada
De entre as nuvens enroladas em lençol:
Queremos um dia d' aurora renovada!

Vai-nos encantando a verdura que vier
Com aventuras constantes de bem viver...
Sem o tédio triste de quando saí.

Procuremos viver com o sol que brilha,
Alegrando-nos com a brisa desta ilha...
Mas quero flores do jardim onde nasci!

Modesto

sábado, 30 de janeiro de 2016

DORMIR AO RELENTO

























A noite corre lenta com' o rio!
Vão por atalhos, correntes de vento.
Procuro aquecer-me deste frio
E penso nos que dormem ao relento.

Sopra a brisa pra me acalmar...
Mas continuo com pressentimento
Que, mesmo que se ponham a cantar,
É difícil sentir contentamento.

Pelas alamedas à luz da lua
Ou debaixo dum céu além do tempo,
Há gelo e poças d'água na rua
Que da minha janela eu contemplo.

Esta história já tem passado!
Mas, no presente, 'inda não tem fim!
Eu vejo as coisas por outro lado:
Ponho aquela vida tod' em mim.

Qu'ria dormir com alma repousada...
Mas penso: S' acontecesse a mim?
Sei que há muita gente encostada!...
Trago uns pró anexo do jardim.

Modesto

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

O PERFUME DAS ROSAS



















Há flores que se revoltam contra o vento,
Mas as rosas envolvem-se sem queixume.
Quando colho uma flor por desalento,
A rosa espalha intenso perfume!

Eu sei que uma rosa dura mais tempo
E s' alegra com um simples vaga-lume
Que vai piscando luz a cada momento,
Faz da noite aurora que a exume.

Eu sei que há rosas cheias de espinhos
Mas suavizam-me com tantos carinhos:
Levam-me ao jardim, não sei até quando!

Vem o entardecer e vem a aurora,
Venho e não tenho pressa d' ir embora,
Pois nunca paro de as ficar cheirando!

Modesto

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

FÉ E CARIDADE




















«nada há escondido que não venha a descobrir-se»

Cuidai de vos reunirdes com mais frequência para oferecer a Deus a vossa eucaristia, as vossas acções de graças e os vossos louvores. Por vos reunirdes frequentemente, enfraqueceis as forças de Satanás e o seu poder pernicioso dissipa-se perante a unanimidade da vossa fé. Haverá algo melhor do que a paz, esta paz que desarma todos os nossos inimigos espirituais e carnais?

Não ignorareis nenhuma destas verdades, se tiverdes por Jesus Cristo uma fé e uma caridade perfeitas. Estas duas virtudes são o princípio e o fim da vida: a fé é o seu princípio, a caridade, a sua perfeição; a união das duas, o próprio Deus; todas as outras virtudes as seguem em procissão para conduzir o homem à perfeição. A profissão da fé é incompatível com o pecado e a caridade com o ódio. «É pelos frutos que se conhece a árvore» (Mt 12,33); da mesma forma, é pelas suas obras que se reconhecem os que fazem profissão de pertencer a Cristo. Pois, neste momento, não basta fazermos profissão da nossa fé, mas temos efectivamente de a pôr em prática com perseverança, até ao fim.

Mais vale ser cristão sem o dizer, do que dizê-lo sem o ser. Fica muito bem ensinar, desde que se pratique o que se ensina. Nós temos, portanto, um só Mestre (Mt 23,8), Aquele que «disse, e tudo foi feito» (Sl 32,9). Mesmo as obras que realizou em silêncio são dignas do Pai. Aquele que compreende verdadeiramente a palavra de Jesus também é capaz de ouvir o seu silêncio; será então perfeito: agirá através de sua palavra e manifestar-se-á pelo seu silêncio. Nada escapa ao Senhor; até os nossos segredos estão na sua mão. Façamos portanto todas as nossas acções com o pensamento de que Ele habita em nós; desse modo, seremos templos seus, e Ele será o nosso Deus, que habitará em nós.

(S.tº Inácio de Antioquia)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

SOU

























Sou quadro abstracto ou paixão que aflora,
Sou enigma sem ponto e sem consistência...
Exalo esperanças, vontades... embora
Viva vida volúvel , mas com resistência.

Sou um ente completo, e isso não nego:
Corro riscos, perigos, ignoro avisos,...
Vivo a vida sem medo, mas m´aconchego
Às carícias, aos desejos e aos risos...

Sou matéria barrenta... Calor ardente!
Procuro formas de beleza bem latente
E sou alma pura envolta em frescura.

Sou espírito recolhido, sou essência!
Supero desejos, sofro com paciência
Os males do mundo que o bem não procura...

Modesto

domingo, 24 de janeiro de 2016

A PALAVRA DE DEUS

































A Palavra de Deus é colocada no centro da nossa reflexão : ela é, verdadeiramente, o centro à volta do qual se constrói a experiência cristã. Essa Palavra não é uma doutrina abstracta, para deleite dos intelectuais; mas é, primordialmente, um anúncio libertador que Deus dirige a todos os homens e que incarna em Jesus e nos cristãos.

A Palavra de Deus deve estar no centro da vida comunitária e como ela, uma vez proclamada, é geradora de alegria e de festa.

No Evangelho, apresenta-se Cristo como a Palavra que se faz pessoa no meio dos homens, a fim de levar a libertação e a esperança às vítimas da opressão, do sofrimento e da miséria. Sugere-se, também, que a comunidade de Jesus é a comunidade que anuncia ao mundo essa Palavra libertadora.

A comunidade gerada e alimentada pela Palavra libertadora de Deus: é uma família de irmãos, onde os dons de Deus são repartidos e postos ao serviço do bem comum, numa verdadeira comunhão e solidariedade

Modesto (Do Evangelho Quotidiano)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A BELA SEREIA DO MAR



















Pálida à luz da lua sombria,
Dorme num leito de flores reclinada.
Entre as ondas do mar ela dormia,
Como a lua da noite desmaiada.

Era sereia do mar na 'spuma fria,
Pela maré das águas embalada.
Em sonho, se lembrava e esquecia,
Como anjo, entre nuvens d' alvorada.

Era tão bela! Seu seio palpitava,
Em formas nuas, seu leito resvalava,
Seus verdes olhos, as pálpebras abrindo.

Por ti, tantas noites velava, chorava!
Mas, não te rias de mim, meu anjo lindo!
Por ti, nos meus sonhos, morrerei sorrindo.

Modesto

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

VIDA














Minha vida, inquieta como o mar,
É de renúncia, luta e desencanto...
Vai pelo horizonte, além do olhar,
Enquanto vão e vêm ondas do meu pranto.

Vej' o azul do céu, fic' a cismar, enquanto
Me reflicto no céu, vou-m' acalmar no mar
E acalma-se também a dor, por encanto!
Cansado de sofrer, vou agora sonhar...

Vivo com a alma cheia de esperança,
Cujo perfume se revela inconstante
E sempre em metamorfose ambulante!

Tudo isto faz desta vida um instante,
Em que é desvendada a subtil fragrância
Que me vai libertar, em qualquer circunstância!

Modesto


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

ÁRVORES VAZIAS

















Estou no meu jardim com olhar profundo,
Observo as árvores nuas, vazias.
Sei que é um período infecundo...
Elas sofrem com frio em agonias.

Árvores estéreis, mansas e sombrias,
Seguem a estação do tempo. Circundo,
Pressinto-lhes dolorosas utopias
De que falam os filósofos do mundo.

Eu sei que seus destinos estão vizinhos,
Breve têm frutos, abrigam os ninhos,
Dão sombra aos viajantes que as olhem...

Depois, vencida toda esta fadiga,
Vem o nascer dos passarinhos qu' abriga
E a alegria dos homens recolhem.

Modesto


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

AMOR QUASE PERDIDO



















Passo noites a lembrar os retalhos,
Bocados dos meus tempos de ternura.
Com eles faço caminhos, atalhos...
Perdido em montanhas d' aventura.

Por entre árvores vejo espantalhos
Que afugentam os pássaros - loucura!
Tropeço nas estradas de cascalhos...
Quero levar, ao meu amor, ternura.

Eu nunca pensei que doesse tanto
A falta d' amor e o desencanto
Que picam como espinhos da flor.

Levo um recado à minh' amada,
Com a alma quase dilacerada,
Pois não é justo perder o amor.

Modesto

domingo, 17 de janeiro de 2016

CORAÇÃO QUE CHORA

























Chove no meu coração
Como chove na cidade.
Que val' esta lassidão
Que meu coração invade?

É o rumor da chuvada
Na terra e nos telhados
Qu' o coração enfada
Com os pingos abafados.

Chora, coração exausto!
Choras com ou sem razão?
A chuva fez-t' incauto,
Deixaste-t' ir na paixão...

Sentes uma dor maior
Por não saber como foi.
Paixão que não é amor,
No coração tanto dói!

Modesto

sábado, 16 de janeiro de 2016

INVERNO



















Saí à rua com este frio cortante,
Ventania, chuva e céu muito cinzento.
São os dias deste Inverno castigante...
Teremos muito que viver neste tormento.

Passo por meio das árvores desfolhadas,
Sinto a solidão congelar o coração,
Paisagens brancas, as ruas abandonadas
E sinto a falta de cor que faz paixão!

Espero a Primavera que trará flores,
Transformará o céu cinzento, desbotado,
Voltarão os coloridos  e os amores
E o ar será alegre e perfumado!

E, com alegria, sairei novamente,
Já sem risos secos... e já esfuziantes,,.
Vou ver o céu azul, passear livremente,
Despertará o desejo de ver amantes.

Acordai corações que dormis congelados,
Trazei convosco a paixão quente pra mim!
Libertai os segredos que tendes guardados,
Aquecei a gélida solidão sem fim!

Modesto

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

E VOLTA O SEM ABRIGO
























Voltaste, ó meu amor... Enfim, voltaste!
Como fez frio, aqui, sem teu carinho!
A flor da aurora florece na aste
Que pendia, sem vida, no meu caminho.

Obrigado.Eu estava tão sozinho...
Qu' infinita alegria! Que contraste!
Meu doce amor, és melhor que o vinho...
Foi pela tua bondade que voltaste!

Pra te pagar, eu te dou este poema
Simples e humilde, repete o tema
Da alma humana tão envelhecida.

Porque voltaste, eu quero celebrar.
Leva-me contigo, para não voltar,
Por falta de vontade, ' stragar a vida.

Modesto

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

UM SEM ABRIGO VOLUNTÁRIO
















Se viesses ter comigo à tardinha,
Naquela hora d' estafados cansaços,
Quando a noite fria se avizinha
E me apertasses nos teus meigos braços...

Gostava de lembrar o sabor que tinha
O amor familiar, doces abraços,
Os carinhos que a mão d' amada tinha
E sentir, ao adormecer, os teus passos...

Se tu viesses ver minha vida louca
Que eu escolhi e só agora vejo...
Seria consolo que nunca senti.

A roupa que tenho, ao frio, é pouca.
Vem-me visitar - esse é meu desejo...
Faz com que me renda e volte pra ti!

Modesto

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

CHUVA

















Cai a chuva e nada fica leve.
Os campos enchem-se de água fria,
As aves calam seu canto leve,
No jardim, a flor fecha = fim do dia.

Por mim, tanto faz qu' a chuva esteja
Nos campos ou nas margens do jardim.
Gosto de sentir a brisa que beija
Meu rosto molhado e fiqu' em mim.

Quando cai a noite em seu trajecto,
Aparece sombra enluarada,
A chuva não cai, pra dar afecto
E a lua virá de madrugada.

Cai a aurora e vai-se a lua
E leva o meu sonho rotineiro.
Lá fico eu com minha alma nua,
Fria, sem o calor do travesseiro.

Cai a chuva e cai a minha vida
E, ao cair, deixa tanta saudade...
Não sou uma alma adormecida:
'Inda há uma terna claridade.

Modesto

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

DOIDA CORRERIA

























Pára, de repente, o pensamento
Como s' apanhasse um resfriado.
Eu busco a paz no esquecimento,
Logo na correria sou levado!

Paro, suspenso, escuto atento
Como um cavalo alucinado.
Fico-me em demora um momento,
Logo s' abr' um abismo afundado!

Quero parar a doida correria...
Mergulho na noite escura, fria
Qu' à beira do abismo se demora.

Há uma dor no flanco que s' estria,
Um pensamento que a noite explora...
Corro a galope,.. fujo da espora.

Modesto

domingo, 10 de janeiro de 2016

PLANETA VERDE



















Como sol da Primavera, amantes
Da terra, água, vento... de sol vestidos,
Serras aos nossos olhos verdejantes,
Nossos olhos nos campos floridos...

Bons passeios ao sol da Primavera,
Beber com gosto um copo de leite,
Sentados num muro verde de hera,
Seguimos caminho por todos aceite.

Caminhando neste belo planeta
Colorido, mistura violeta
À 'spera do solstício de Verão.

E é tão lindo o nosso planeta
Que uma tarde de amor completa,
Oferecendo rosas... dando mão!

Modesto

sábado, 9 de janeiro de 2016

OS MEUS POEMAS

























Farto de mim, meus versos têm parado.
Faço poemas para que os entendam.
O ritmo dos meus versos é estremado,
Componho-os para que os compreendam.

Porque fazem meu poema ser julgado?
Não há flor que de poemas s' arrependa!
Só o amor julga verso condenado
À paixão que o mistério desvenda!

Grito de mágoas, só luar me 'scuta
Na minh' alma que é meu amor que luta
E nem sei porque luta com tanta lida!

Meus versos são fado que vai sem destino
Como pólen de rosas em desatino...
Resta-m´amor que dá sentido à vida!

Modesto

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

ALDEIA SERRANA



















Minha terra é aldeia serrana
Tingida por um intenso verdor,
O chão donde minha alma emana,
Foi meu lar, é meu querido amor

Tem o verde intenso dos pinheiros,
Refúgio de tantas ilusões,:
Nele escrevi poemas inteiros,
Feitos de sonhos e grandes paixões.

Aquele chão onde nasciam flores
Tinha um ar leve, fresco e puro:
O maior de todos os meus amores,
Raiz do meu passado e futuro.

Lá, passei noites a ver o luar,
De folhas fazia a minha cama
E melodias pra pairar no ar,
S' a saudade ascendia a chama.

A minha rica aldeia serrana
É esperança, luz do meu viver,
É chão donde minha alma emana,
Raiz d' amor que não sei esquecer.

Modesto

domingo, 3 de janeiro de 2016

SANTÍSSIMO NOME DE JESUS




"Deram-lhe o nome de Jesus" (Lc 2, 21)
Ainda que seja inefável o nome santíssimo de Jesus que foi imposto na Circuncisão a Cristo Senhor, Redentor do género humano, todavia para não nos calarmos completamente em tão grande solenidade, alguma coisa apresentaremos em louvor e glória de tão grande nome, diante do qual "todo o joelho se dobra nos Céus, na Terra e nos Infernos" (Fil 2, 10). Porque tão grande é a consolação da alma que se alegra em Cristo, que a pobreza se torna como riquezas, a aspereza como delícias e a vileza como honras, e pelo seu nome todos os suplícios se fazem para eles doces.

Na verdade, diz-se por causa deste nome: "Saíram da sala do Sinédrio cheios de alegria por terem sido considerados dignos de sofrer vexames por causa do nome de Jesus" (Act 5, 41). Portanto, se mergulha na tua mente o negrume da tristeza, se está eminente uma grave e violenta tempestade, se as costas do mar ribombam com terrível e honroso mugido, se são batidas as praias do oceano, e se também a nau está invadida pelas ondas, invoca Jesus, que se julga estar a dormir nas navios, mas é um Jesus que nem dorme nem dormita; e com toda a fé diz-lhe: "Levanta-te, Senhor Jesus".

Oh nome de Jesus exaltado acima de todo o nome, oh gozo dos Anjos, oh alegria dos justos, oh pavor dos condenados: em Vós está a esperança de qualquer perdão, em Vós toda a esperança da indulgência, em Vós toda a expectativa de glória. Oh nome dulcíssimo, Vós dais o perdão aos pecadores, renovais os costumes, encheis os corações de doçura divina. Oh nome desejável, nome admirável, nome venerável, Vós, nome de rei Jesus, assim levantais ao mais alto dos céus os espíritos, que todos os que principiam a ter devoção a este nome, graças a ele encontram a glória e a salvação

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

FESTA DA MÃE DE DEUS E DIA DA PAZ


Santa Maria, Mãe de Deus
A Solenidade da Santa Maria Mãe de Deus é a primeira Festa Mariana que apareceu na Igreja Ocidental. A sua celebração começou-se a realizar em Roma por volta do século VI, provavelmente junto com a dedicação – a 1º de Janeiro – do templo “Santa Maria Antiga” no Forum Romano, uma das primeiras Iglesias marianas de Roma.

A antiguidade da celebração Mariana constata-se nas pinturas com o nome de Maria, "Mãe de Deus” (Theotókos) que foram encontradas nas Catacumbas que estão cavadas debaixo da cidade de Roma, onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Missa em tempos das perseguições.

Mais tarde, o rito romano passou a celebrar a 1º de Janeiro a oitava de Natal, comemorando a circuncisão do Menino Jesus. Depois de desaparecer a antiga festa Mariana, em 1931, o Papa Pio XI, por ocasião do XV centenário do concílio de Éfeso (431), instituiu a Festa Mariana a 11 de Outubro, em lembrança deste Concílio, onde se proclamou solenemente Santa Maria como verdadeira Mãe de Cristo, que é verdadeiro Filho de Deus; mas na última reforma do calendário – após o Concílio Vaticano II – se transladou a festa para 1º de Janeiro, com a máxima categoria litúrgica, a de solenidade, e com título da Santa Maria, Mãe de Deus.

Desta maneira, esta Festa Mariana encontra um marco litúrgico mais adequado no tempo do Natal do Senhor; e ao mesmo tempo, todos os católicos começam o ano pedindo o amparo da Santíssima Virgem Maria.

VENDO-NOS AO ESPELHO

O espelho não me diz que envelheço, Enquanto andar junto da mocidade. Mas as rugas vêem meu rosto impresso... J...