COM ESPÍRITO LIBERTO













Mesmo de noite, está sempre desperto,
Para ver outra luz doce e tranquila,
Qual sublime alvorada que vem perto,
No horizonte fúlgido já cintila.

Extasiado, espírito liberto,
Abandonando o corpo de argila,
Longe das sombras, do caminho incerto,
Vê o céu pleno, claro, que te asila.

E vai subindo por ásperos caminhos,
Sob cruzes de lágrimas e de espinhos...
Irás abraçá-las e compreendê-las.

Aguenta tua dor ríspida mas santa,
Que outra vida mais alta se levanta
No luminos' império das estrelas.

Modesto

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