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sexta-feira, 17 de julho de 2015

CINZA NAS MONTANHAS
















Lágrima solitária cai-me p'lo rosto,
Mais uma e o pranto está iminente.
Meus olhos choram à tarde, ao sol posto,
Por verem belas montanhas, lá mais à frente.

E luto contra o selvagem fogo quente.
Quem queima aquelas montanhas de que gosto?
Tudo é 'stranho, mesmo o desprezo da gente
Que daquela beleza já não sente gosto!

A manhã dá colorido à existência.
As montanhas são beleza por excelência.
Quem gosta de as deixar assim escuras?

Quem sabe se por trás das cinzas das montanhas
Não anda a ganância e suas manhas....
É culpa de quem anda de "costas seguras"!

Modesto

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