Bárbaros vãos, dementes e terríveis
Bonzos tremendos de ferrenho aspecto,
Ah! deste ser todo o clarão secreto
Jamais podeis inflamar-vos, insensíveis!
Tantas guerras bizarras e incoercíveis
No tempo e tanto, tanto imenso aspecto,
São para vós menos que um verme ou insecto
Na corrente vital pouco sensíveis.
Entretanto nessas guerras mais bizarras
Ao sol ou à neve, rútilas fanfarras
Nessas podridões e profundas guerras...
Oh! tantas pessoas se dilaceraram
E vão, das ilusões que flamejaram,
Com o próprio sangue fecundar as terras!
Modesto
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