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domingo, 15 de setembro de 2013

AO CHEGAR O SONO...

























Rebanho d'ovelhas que lentamente passa,
Uma de cada vez... E no som do farfalhar
Das folhas ao vento, cascatas e o mar,
Prados, lençóis d'água, tudo o que esvoaça...

Sobr' eles divaguei, um por um, 'inda 'stou
Desperto! Já ouço os pássaros cantando
Nas árvores do pomar, estou escutando
E o cantar do cuco que lá pousou.

Ontem, nas duas outras noites foi assim:
Sono! Com os meus ardis, não deu pra ceder.
Mas... logo nesta noite, vieste a mim!

Sem ti não há encanto do alvorecer,
Há soneira entre dia e noite, enfim...
Dá-me o fresco pensar e saudável viver!

Modesto

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