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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O AMANHECER NO CAMPO
















Abro os olhos, vejo p'lo prado fora
Verdura, flores... tud' o que avista alcança...
Quanta saudade do meu passado chora,
Bendito campo ond' o olhar descansa!

Ouço, ao longe, uma canção sonora.
É voz de mulher, ou será de criança?
Canta um hino ao nascer da Aurora,
Entoa hino branco de esperança!

Por tod' a parte, risos e fulgores,
Tod' a Natureza desabroch' em flores,
Bem iluminada pelo sol risonho!

Com minha alma diluída em prece,
Meu coração, feliz, 'inda estremece
À luz sagrada do primeiro sonho!

Modesto

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