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sexta-feira, 29 de julho de 2016

SONETO


















Minha reverência, o meu obrigado
Pela tua canção com emoção vibrante,
Os leitores vêem o belo consagrado,
E quem canta, encanta a tod' o instante.

Soneto, és refúgio reconfortante,
Trazes na trama a rama do meu agrado
E em dor ou ventura, por algum instante
Com sofrimento pela face deslizado.

És acorde que fascina em harmonia,
Na rima és estima da sabedoria,
Na métrica afagas... Nunca obsoleto!

São quadras e tercetos que te imortalizam,
São sonhos, devaneios que por ti deslizam
Prá alma, desembocando em ti, soneto!

Modesto

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