sexta-feira, 29 de abril de 2016

NÃO HÁ CÉU MAIS BELO

















Ai, que saudades da minha terrinha,
Deste céu, de mil cores, refulgente
Que ao nascer, logo de manhazinha,
Deixa colorido o oriente!

Uma nuvem cor de rosa caminha
Tão irreal, leve e transparente,
Quando o astro-rei mal s' adivinha
A levantar-se do trono ardente!

Depois, o sol a pino, céu pintado
De azul e branco com' em nenhum lado,
Jamais o pintou o melhor pintor!

Fascino-me, encantamento mudo!
Só por te ver, Terra, esqueço tudo.
Céu da minha terra, maior amor!

Modesto

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