quarta-feira, 10 de junho de 2015

AS NOSSAS TREVAS

















Nas trevas, desenhamos esboços de luz
Para que nossa criação nos ilumine
E, na solidão, entrelaçamos a cruz,
Tacteamos, antes que a noite termine.

Abrimos os olhos, vemos com nitidez
Nosso brilho da alma na escuridão.
Tocamos, desamparados, nossa nudez...
Abrimos os olhos em clara ilusão!

E, cegos, não vemos a nossa salvação
Que Jesus nos deixou na Sua Paixão...
A ela fechamos os olhos novamente.

Libertar-nos de cegueira que nos conduz
Na imensa Natureza que nos aduz...
Mas... lá vivemos nas trevas constantemente!

Modesto

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