CAMINHOS QUE PERCORREMOS
















A Tua ternura grave
Ensinou-me a sofrer
Em silêncio suave,
Num dia ao entardecer...
Como pena duma ave
A pesar sobre o meu ser.

Na minha observação,
Da alta montanha via
O Amor do Coração
Que sorvo com alegria...
Sofreste com doação
E comoção me fazia.

Com a tarde eu 'scureço,
O dia chegou ao fim,
Na montanha anoiteço
E ouço chamar por mim...
És uma voz que conheço
E vens cuidar de mim.

Do Teu perdão eu preciso,
Prá vida ser um poema
Que me traga um sorriso:
Do Teu Amor seja tema...
Estribilha de serviço
Aos irmãos, nesta quaresma.

Modesto

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