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domingo, 19 de maio de 2013

NÃO TE ARRUÍNES















Toda a terra se tornou pecadora
E a alma gosta da rebeldia.
O corpo treme por dentro e por fora,
Caiando fantasmas de alegria.

Vives no luxo, na tua morada
Por pagar, arruinado a curto prazo.
Já herdaste os teus vermes na jornada,
Ou levaste a vida ao acaso.

Não te arruínes, homem, enriquece!
Vende escória e desperdício...
Comprar eternidade se merece.

Tem pena dos que estão ao teu serviço.
Muda de vida qu'a alma merece.
Vive a vida, acaba o vício!

Modesto














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