terça-feira, 19 de julho de 2011

METAMORFOSE

Alvorada do meu ser
De sonho e ilusão
Acendeu no meu querer
A luz da contemplação.

Na magia da aurora,
Sinto momentos de paz...
O meu viver se arvora
Na lua qu'a noite trás.

E neste meu caminhar,
Sint'a beleza a nascer
Na força do verb' amar,
Sentido do meu viver.

Os meus sonhos de clamor
Invadem tod'o meu dia!
Vou sentindo o amor
Vivid'em pura magia!

À noite, olho a lua,
Pergunto, quero saber:
Porque gosto de ver nua
A menina... a Mulher?

E, no silêncio profundo,
Meu tudo é primavera!
Já te sinto no meu mundo,
Amor, 'stou à tua 'spera!

Modesto

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