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sábado, 30 de abril de 2011

AMOR DE MÃE

          
Eras a rosa, tua ausência, espinho!
Eu tantas vezes te feri e fiz chorar…
É do teu amor, Mãe, qu’hoje quero falar,
Já que foste tu que m’abriste o caminho.

Hoje sinto a tua voz, com’em criança,
Recordo o teu sorriso e palavra amiga:
Tu és o modelo força que me obriga
A manter com o mundo uma aliança.

A tua voz permanece mesmo ainda
Quando, perdido, me vejo a naufragar
E a triste saudade faz de mim ninguém…

Nos outros reconheço tu’imagem linda,
Entrego-me ao amor que tinhas pra dar.
Porque me deixaste tão cedo, minha Mãe?!

Modesto

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