terça-feira, 26 de abril de 2011

Fado

            
Cala-se a guitarra e eu canto.
Queda-se o violão pensativo.
Ninguém consegue conter o meu pranto,
Instrumental tristeza sem motivo.

O fado é nosso, por ele vivo,
Eleva-nos ao céu com seu encanto.
Seu potencial interpretativo,
Sai da nossa voz, amámo-lo tanto!

Já ninguém cala esta nostalgia,
Nem se lhe pode negar a saudade,
Quer tenha muita ou pouca idade.

Cantado com fé, ele é a magia!
Uma canção d’amor sem igual:
Sentido do viver em Portugal.

Modesto

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