Ninguém sentiu o Teu espasmo obscuro,
Ó Ser Humilde entre os humildes seres!
Embriagado de tantos afazeres,
O mundo, para Ti, foi negro e duro.
Atravessaste, num silêncio escuro,
A vida presa a tantos deveres
E chegaste ao saber de altos saberes
Tornando-Te simples e sempre puro.
Ninguém Te viu o sentimento inquieto,
Magoado, oculto, aterrador, secreto,
Que o coração Te apunhalou no mundo.
Mas eu que sempre Te segui os Passos
Sei que Cruz cruel Te prendeu os Braços
E o Teu suspiro como foi profundo!
Modesto
Sem comentários:
Enviar um comentário