quinta-feira, 31 de julho de 2014
EXAUSTO
O dia deixou-me exausto e, num lampejo,
Vem, amavelmente, a noite estrelada
E vem acolher o meu ardente desejo
De dormir como a criança fatigada!
Ainda não acabei os meus afazeres!
Se calhar, vou deixar tudo ao abandono...
Todos os meus sentidos têm os seus dizeres:
O que preciso é afundar-me no sono!
E a alma, sem ter quem tome conta dela,
Vai em vôos libérrimos a flutuar:
É a maneira das mil formas de gostar!
E vai voar até encontrar uma 'strela:
Tudo nela é bom para se renovar
Com um poema qu' o Outono vai rasgar!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
ESTRADA
Quando cheguei ao fim daquela estrada, Chegou também o sonho da partida, Mas vi que era mais uma encruzilhada Que foi surgindo ao longo dest...
-
Horas de sombra, de silêncio amigo Quando há o encanto da humildade E que o Anjo branco e belo da saudade Roga por mim no seu perfil antigo....
-
Pedro traiu a fé a Cristo dado. Madalena chorou de arrependida; E nessa mágoa triste e indefinida Havia ainda uns laivos de pecado. Tudo o q...
-
No silêncio doce da lembrança, Ecoa um tempo que não volta mais, Sussurros suaves, pura esperança, Em versos tristes, sonhos tão banais. Põe...

Sem comentários:
Enviar um comentário