segunda-feira, 21 de julho de 2014
DITADURA DO AMOR
Ardor em firme coração nascido,
Pranto em belos olhos derramado,
Suavidad' em fogo convertido,
Incêndio em água disfarçado!
O meu peito abrasas escondido,
Fogo em cristal aprisionado,
Formas chamas de cristais derretido,
És pranto do meu rosto desatado!
Tu és fogo que passas brandamente
E és neve que queima em porfia...
Alguém pode crer que tu és prudente?
Então, pra temperar a tirania,
Vais passar a ser neve ardente...
Pressinto que advenhas chama fria!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
NA MINHA FORJA
Estão aqui meus versos fabricados Nesta forja subtil, do coração: Verdes, roxos, azuis ou encarnados, Lembram a dor ou são uma canção. São m...
-
Devagar que 'inda agora era Setembro De areias tocadas de sol e vento!... Desse odor a mar, ainda me lembro, Vem Outubro tão calmo e ter...
-
Vou contigo por estas cordilheiras! Põe teu manto e bordão e vem comigo, Atravessa as montanhas sobranceiras E nada temas do mortal perigo! ...
-
Ó tu do grande amor fiel traslado Mariposa, entre as chamas consumida, Pois se à força do ardor perdes a vida, A violência do fogo me há pro...

Sem comentários:
Enviar um comentário