Não rimas, mas atropelas as palavras:
És ainda amant' inexperiente!
Falta-te a música nas tuas lavras,
Pra um poema de rima excelente!
As palavras escondem uma matriz:
Métrica madura, sábia e quente!
Tu úsa-las orvalhadas de raiz,
Mas estropiadas em prosa plangente.
O rimar nada tem de misterioso:
Germina nas regras! É tão saboroso,
Quando são utilizadas com critério!
A poesia ainda te transcende:
Escreves bela prosa que se entende,
Mas poesia, pra ti, é um mistério!
Modesto
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