Cultivo, trato e cuido das plantas.
O jardim é o meu contentamento:
Falo com as flores até às tantas...
As pétalas são meu divertimento.
Emociono-me diante delas,
Fico a contemplá-las longamente.
Mesmo quando doentes, são tão belas!
Vê-las declinar, fico languescente.
O jardim é o meu relaxamento.
Nele coloco a minha atenção
E cuido do seu desenvolvimento,
Pois é a beleza da criação!
É sensibilidade portentosa,
Que adquire grande dimensão:
Trato com carinho a minha rosa
E a família, com coração.
Das flores, colho e dou alegria,
Como elas, sou generosidade...
Coração aberto à fantasia:
A cor do amor e da lealdade.
Deste jardim, nasceram dois rebentos
Que são a graça do nosso amor:
São espontâneos e são atentos!
Como no jardim, sou seu servidor.
Modesto
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Eu também tenho o hábito de falar com as flores e, tavez por isso, não há plantas que eu trate, que morram. Há quem diga que as plantas gostam que se fale com elas... Não sei, mas tenho uma orquídea, que, há 2 anos, que está sempre florida, o que não é habitual, neste tipo de flores.
ResponderEliminarParabéns e, continue.
Será por ser domingo que o seu poema tem o perfume do alecrim, a beleza da rosa,a ternura da infância, a ousadia da juventude, a sedução da alma de um grande poeta?! Ou será que, por ser domingo,o meu espírito tem mais sensibilidade para apreciar o belo, a harmonia, a cadência, o musical do seu poema?!
ResponderEliminarPorque é domingo...obrigada, Modesto, por este momento poético, no meu dia!!!