terça-feira, 3 de janeiro de 2017
VISITA A BELÉM
Ouvi dizer Belém! E um inseguro
Empurrão me arrastou, por um momento.
Como um cego, palpei aquele muro:
Quase sem respirar, estava lento!
Por um chifre rocei, súbito e duro:
Eu fiquei pasmo e ele violento!
Pessoas alegres, lá pelo escuro,
Cantavam umas, outras em movimento.
Senti um doce medo, mas distraído,
Resvalei na palha... Já tinha nascido
O Menino que toquei - tanto queria!
Pasmei ao vê-Lo, por achar tão querido!!
Senti-me renascer, perant' o Nascido:
Era o Menino Deus que me sorria!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
NA MINHA FORJA
Estão aqui meus versos fabricados Nesta forja subtil, do coração: Verdes, roxos, azuis ou encarnados, Lembram a dor ou são uma canção. São m...
-
Devagar que 'inda agora era Setembro De areias tocadas de sol e vento!... Desse odor a mar, ainda me lembro, Vem Outubro tão calmo e ter...
-
Vou contigo por estas cordilheiras! Põe teu manto e bordão e vem comigo, Atravessa as montanhas sobranceiras E nada temas do mortal perigo! ...
-
Ó tu do grande amor fiel traslado Mariposa, entre as chamas consumida, Pois se à força do ardor perdes a vida, A violência do fogo me há pro...

Sem comentários:
Enviar um comentário