sábado, 14 de janeiro de 2017
SAUDADE DO MEU DOURO DE CRIANÇA
Saudade do meu Douro transbordante
Que lembra os meus tempos de criança,
Do arvoredo verde, folhudante,
Misturado com verde esperança.
Saudade dum encontro delirante,
Com ave que nos ramos se balança...
Da lua cheia, luminos' andante
Que espalha luz branca de bonança.
Rio que lembras as minha corridas
Nas areias, hoje, adormecidas
Sob águas - não se vêm jamais.
Ainda me sinto apaixonado
Plas tardes vividas nesse relvado...
Belos tempos que já não voltam mais!
Modesto.
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