quinta-feira, 13 de março de 2014
A LUZ QUE DEUS ME DEU
Refém da solidão, andava a esmo!
Eu andava por caminhos sinuosos,
Durante os quais, nunca fui o mesmo...
Eram tempos sem momentos luminosos!
Sem respostas, segui caminhos estranhos
E percorri tantos, sem qualquer destino...
No silêncio, pensamentos castanhos,
Murmúrios, povoam meu desatino...
A Luz do Amor brilhou no horizonte!
Deus veio fazer parte da minha vida!
Vi as maravilhas de que És a fonte...
Renasceu em mim a esp'rança perdida!
Deste-me a paz dum imenso amor!
Encontraste-me na propícia hora!
À minha alma deste luz e calor...
E caminho Contigo, feliz, agora!
Modesto
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