segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
AMANHECER MELANCÓLICO
Eu preciso de voltar para trás.
Onde vou a correr desatinado?
O sol a nascer, um dia de paz...
Porque tenho que lembrar meu passado?
Já cantam, nos campos, os passarinhos.
Foi-se a noite... Há céu luzido!
Mas meus olhos cismam que são velhinhos...
E cá vivo nesta terra transido!
Vinde velhas primaveras! Chamai-as,
Para enfeitar o meu ser com maias
E eu ver o florir das macieiras!
Esfriai minh' alma d´ olhos febris,
De pensamentos assim tão senis...
Qu' eu volt' a cantar as canções primeiras!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
SUPREMO ANSEIO
Esta profunda e intérmina esperança Na qual eu tenho o espírito seguro, A tão profunda imensidade avança Como é profunda a ideia do futuro. ...
-
Vai, peregrino do caminho santo, Faz da tua alma lâmpada de cego, Iluminando fundo sobre pego, As invisíveis emoções do pranto. Ei-lo, do Am...
-
Esse Corpo, Senhor, nu, inerte mas com Norte Que 'inda transpira o perfume do unguento... Esse Rosto sereno e macilento Como um lírio de...
-
Nada há que me domine e que me vença Quando minh'alma mudamente acorda... Ela rebenta em flor, ela transborda Nos alvoroços da emoção im...

Sem comentários:
Enviar um comentário