quinta-feira, 26 de julho de 2012
MINHA TERRA, MINHA AMADA
Sigo teu rumo, na noite que me conduz,
De encontro ao rio e ao firmamento.
No rio há silêncio, do céu vem a cruz,
Neste andar, perdura a dor e o desalento.
Apego tão grande trago em mim,
Procurando o teu toque, teu suspirar!
Faz-nos distantes o destino... Vou assim!
É o teu som que vive em mim a clamar!
É voz entoada, ecoando distante,
Num corpo que ao destino foi lançado,
Na procura duma vida mais brilhante...
Oh! Terra de sonho, meu lar alucinado!
És destino de sossego do emigrante,
Lugar que deu início à cominhada!
Modesto
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