Comparo-te a um dia de Verão!
Teu semblante é mais belo, mais ameno!
Quando passas ficam rosas pelo chão...
Só é pena o Verão ser tão pequeno!...
Como o sol, tu brilhas em demasia,
Mas outras vezes desmaias em tristeza...
O que é belo declina num só dia,
Nesta terna mutação da Natureza...
Em ti, sempre o Verão será eterno
E a beleza que tens não perderás,
Nem serás como a 'stação do Inverno!
Com os meus versos, o tempo contarás!
E, enquanto neste mund'houver um ser,
Meus poemas vivos te farão viver!
Modesto
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