Nasce nas origens do Ser,
Límpida, de pura essência.
Quedas na pista do saber,
Deslizes na experiência.
Num corpo frio vai vivendo
Da graça que a alimenta.
Nesse corpo vai-se perdendo,
Na vida que a aturmenta.
Vive num pedestal de gelo,
Corre em total dissonância
Com sinais: Pedidos de zelo.
Dá-lhe vida a Providência,
Espera fundir-se, com ânsia,
Na etéria Existência.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
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