És uma flor lusa, culta e bela.
Tanto és explendor como bravura.
És ouro que brota da fama pura,
Na brilhante lide da Caravela!
Amo-te, desconhecida, mas pura.
Canto-te com clamor, lira singela.
Tens o trom e o silvo da procela,
O arrolo da saudade, ternura!
Ten um viço agreste, tens aroma
De lindas serras, d'Oceano largo,
Belo e caloroso idioma!
Foi da voz da mãe que ouvi: «Meu Filho»
E que Camões cantou, com fel amargo,
Teu génio, teu amor, teu brilho!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
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