quinta-feira, 3 de agosto de 2017
CANSADO DE POETAR
Farto dos meus versos, tenho andado!
Faço poemas para que me entendam.
Eu sei que meu verso é extremado:
É feito para que o compreendam!
Sei que o lirismo tem que ser julgado:
Lendo meus poemas, não s' arrependam!
O amor com desamor é condenado...
Oh! Quantos mistérios se desvendam!
Grito mágoas, só o luar m' escuta!
Minha alma é por amor que luta,
Meus versos enfermam de tanta lida...
Cada verso é fado sem destino,
É pólen de amor que vai sem tino...
Meus poemas dão sentido à vida!
Modesto
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