terça-feira, 4 de abril de 2017
A LUA E O POETA
Lua de prata, poeta apaixonado
Qu' em delírios, versos de amor entoa,
Pelo seu brilho subtilmente inspirado,
Na harmonia de seus cantares em loa.
Mesmo que em seu âmago a dor lhe doa
E, em pranto, seu coração vê mergulhado,
Por entre dedos, a inspiração ecoa,
Até qu' a sorte do amor tenha voltado.
Poeta canta à lua, sua amada:
Dele a lua também 'stá enamorada
E entre brilhos consola-se, arredia.
Num silêncio descarado, adornada,
Ele espia-a até à madrugada
E inebria-se com sua poesia.
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
VEM VISITAR-ME
Já é tempo, Senhor, de visitar-me Neste casebre do meu coração; A porta está aberta, vem escutar-me, Ouvirás esta humana confissão: Há muito...
-
Horas de sombra, de silêncio amigo Quando há o encanto da humildade E que o Anjo branco e belo da saudade Roga por mim no seu perfil antigo....
-
Devagar que 'inda agora era Setembro De areias tocadas de sol e vento!... Desse odor a mar, ainda me lembro, Vem Outubro tão calmo e ter...
-
Vou contigo por estas cordilheiras! Põe teu manto e bordão e vem comigo, Atravessa as montanhas sobranceiras E nada temas do mortal perigo! ...

Sem comentários:
Enviar um comentário