sexta-feira, 28 de novembro de 2014
NUM ENTARDECER NAS COLINAS
Numa tarde de céu azul na cordilheira,
Junta-se ao rubro do meu natal torrão
Aquilo que eu notei pela vez primeira:
A Natureza pintar a imensidão!
Há gotas de anil a voar pela mata,
O sol dourado foge, lá no horizonte
E ouço lindo murmúrio duma cascata
De um ribeiro que, lesto, desce do monte.
E o arrebol espreita já ao portão!
A lua já espera mostrar seu clarão!
O pessoal do campo volta para casa.
É um quadro singelo da Natureza
Que nos quer mostrar toda a sua beleza,
Trazendo-nos a saudade que nos arrasa!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
NA MINHA FORJA
Estão aqui meus versos fabricados Nesta forja subtil, do coração: Verdes, roxos, azuis ou encarnados, Lembram a dor ou são uma canção. São m...
-
Devagar que 'inda agora era Setembro De areias tocadas de sol e vento!... Desse odor a mar, ainda me lembro, Vem Outubro tão calmo e ter...
-
Vou contigo por estas cordilheiras! Põe teu manto e bordão e vem comigo, Atravessa as montanhas sobranceiras E nada temas do mortal perigo! ...
-
Ó tu do grande amor fiel traslado Mariposa, entre as chamas consumida, Pois se à força do ardor perdes a vida, A violência do fogo me há pro...

Sem comentários:
Enviar um comentário