sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
EMPOBRECENDO
Sonho com torrentes, abrasado,
Sede ardente...Sonho riqueza
Que no horror da minha pobreza,
Me faz infeliz, sempr' explorado.
E, n' agitação do meu cuidado,
Deliro com minha vida presa,
Porqu' em rigor, tudo é aspereza...
Que nos faz viver este Estado!
Despertar da louca fantasia?
Enfermo, mendigo... se descobre
Não ser engano, imagem fria!
Ideia que desgraça cobre,
Nesta ingrata aleivosia...
'Stou ficando cada vez mais pobre!
Modesto
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