Foram tantos sonhos qu'imaginei
E tantos poemas que escrevi,
Tantas poesias que rimei...
Foram-se ao vento! Não mais as vi!
Era poesia d'amor rimada,
Rimas que já não sei ond'encrontrei!
Falavam do luar, da madrugada,
Do sofrimento... De quê, mais não sei!
Poesias pra eu próprio ler,
Feitas só para passar o meu tempo.
Alguma, nunca irei esquecer,
Outra, escrevi-a só pró momento.
Escrevi memórias do passado,
Da infância nunca esquecida,
Da juventude ter ultrapassado,
Que de certo modo, não foi vivida.
Mas, muitas coisas não vou esquecê-las!
Momentos que não quero apagar:
Pois, são como o brilho das estrelas,
Porque foram vividos ao luar!
É saudade que na mente injecta
Poemas que não dão pra esquecer!
A mente criativa do poeta
Inspira-se bem, ao amanhecer!
Modesto
sexta-feira, 18 de maio de 2012
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