quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
DILACERADO
Ó corpo que amei sofregamente,
Volúpias, carnes deliciosas,
Essência morna, tropical, quente,
Ausência de submissões rigorosas...
Corpo, procuras teu oriente
E sonhas com estrelas fabulosas
Tentadoras de ti intensamente
Nas carnes livres, sempre ansiosas!
Ó alma, dilacerada plos zelos,
Através de profundos pesadelos
Que t' apunhalam com mortais horrores...
Agora, vais desfeita em lamentos,
Em lágrimas, em prantos, em tormentos,
Em ais, em dilacerações e dores...
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
CELESTE ABRIGO
Estrela triste a reflectir na lama, Raio de luz a cintilar na poeira, Tens a graça subtil e feiticeira, A doçura das curvas e da chama Do te...
-
Horas de sombra, de silêncio amigo Quando há o encanto da humildade E que o Anjo branco e belo da saudade Roga por mim no seu perfil antigo....
-
Devagar que 'inda agora era Setembro De areias tocadas de sol e vento!... Desse odor a mar, ainda me lembro, Vem Outubro tão calmo e ter...
-
Vou contigo por estas cordilheiras! Põe teu manto e bordão e vem comigo, Atravessa as montanhas sobranceiras E nada temas do mortal perigo! ...

Sem comentários:
Enviar um comentário