17_06
NÃO CULPES OS OUTROS
Não culpes ninguém pelo teu fracasso:
Tens sangue burguês, vives na penúria?
No mundo imenso, não dás um passo...
Ficas preso nos grilhões da lamuria!
Vai! Recolhe em ti cada pedaço
Que quebraste num momento de fúria,
Ganha a vida com força do braço,
Se não tens comida, vai e procura-a!
E tira a máscara da derrota
Que te estampa a marca no rosto,
Não vivas de desgosto em desgosto.
Reúne forças, ergue-te do lodo,
Vive! Põe os olhos no mundo todo,
Trabalha, mas com vontade e gosto!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
POEMA MODERNO, SAUDADE
Que saudade do menino que eu era... Ouvia o riso das flores, Das borboletas no jardim! Até o orvalho tinha cor, O céu sorria de amor! Caía ...
-
Pedro traiu a fé a Cristo dado. Madalena chorou de arrependida; E nessa mágoa triste e indefinida Havia ainda uns laivos de pecado. Tudo o q...
-
No silêncio doce da lembrança, Ecoa um tempo que não volta mais, Sussurros suaves, pura esperança, Em versos tristes, sonhos tão banais. Põe...
-
Lembra alvuras de cisne sobre um lago A minha vida imaculada e honesta... Ouço bater meu coração em festa, Pela bondade e amor que nele trag...

Sem comentários:
Enviar um comentário