sexta-feira, 30 de junho de 2017
NÃO CULPES OS OUTROS
Não culpes ninguém pelo teu fracasso:
Tens sangue burguês, vives na penúria?
No mundo imenso, não dás um passo...
Ficas preso nos grilhões da lamuria!
Vai! Recolhe em ti cada pedaço
Que quebraste num momento de fúria,
Ganha a vida com força do braço,
Se não tens comida, vai e procura-a!
E tira a máscara da derrota
Que te estampa a marca no rosto,
Não vivas de desgosto em desgosto.
Reúne forças, ergue-te do lodo,
Vive! Põe os olhos no mundo todo,
Trabalha, mas com vontade e gosto!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
SUPREMO ANSEIO
Esta profunda e intérmina esperança Na qual eu tenho o espírito seguro, A tão profunda imensidade avança Como é profunda a ideia do futuro. ...
-
Vai, peregrino do caminho santo, Faz da tua alma lâmpada de cego, Iluminando fundo sobre pego, As invisíveis emoções do pranto. Ei-lo, do Am...
-
Esse Corpo, Senhor, nu, inerte mas com Norte Que 'inda transpira o perfume do unguento... Esse Rosto sereno e macilento Como um lírio de...
-
Nada há que me domine e que me vença Quando minh'alma mudamente acorda... Ela rebenta em flor, ela transborda Nos alvoroços da emoção im...

Sem comentários:
Enviar um comentário