sábado, 18 de fevereiro de 2017
INJUSTIÇA
Ofertar ao mundo leigo minha alma
Antes de entrega-la ao Meu Senhor,
Blasfémia talvez seja, dou a palma
Ao que disse uma vez meu professor.
Abri o peito, louco, em confusão
Para entender, ou mesmo encantar.
Quanta temeridade ou presunção
De vida, que minha mãe bem quis calar!
Isto da humanidade injustiçada,
Ainda levantei minha voz rimada
E, por ela, decidi tomar as dores.
Alguém arranjou modo de me tirar
Aquilo que minh' alma podia dar...
Temos o Amor, sem saber de amores!
Modesto
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