sexta-feira, 9 de setembro de 2016
O QUE DEIXO DA VIDA
Não lancei ao vento os meus desejos!
Mas em versos ritmados no papel,
Com métricas, plasmo os meus ensejos
E os caprichos, tantos, em tropel.
Vou formando com eles as milícias
Com os meus sonhos loucos de poeta,
Não só os dos gozos e das delícias,
Mas também os dos místicos ascetas.
Será ingénua aspiração,
Por mais duma futura geração
Deixar aos vindouros poemas meus?
Para quê? Perguntam-me a miúdo
S' a matéria é o fim de tudo...
Pensem, acreditem na Arte, meus!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
A ESSÊNCIA DO AMOR
É o sopro inicial, Verbo primeiro Que do nada faz corpo e consciência, É fonte intemporal, fogo inteiro, Onde o tempo se apaga na existência...
-
Lembro-me duma antiga companheira Daquele tempo de feliz adolescente Que chegou ao pé de mim e de brincadeira Beijou-me a boca tão discretam...
-
Férias no meio da Natureza, Cercada por muitos encantos, Dos pássaros ouvindo o canto, O vento a bailar com certeza. Dias de color à beira r...
-
Vai, peregrino do caminho santo, Faz da tua alma lâmpada de cego, Iluminando fundo sobre pego, As invisíveis emoções do pranto. Ei-lo, do Am...

Sem comentários:
Enviar um comentário