quarta-feira, 28 de setembro de 2016
NO TRONCO DA ÁRVORE
Quando eu morrer, procur' árvore florida,
Cava-lhe no tronco, querida, meu caixão.
Quero aí repousar meu corpo sem vida,
Longe dos olhares, dentro da solidão.
Canta-m' o "requiem" com tua voz ferida,
Reza por mim, ao vento, tua oração.
Sej' o silêncio a lápide 'scolhida,
Pra este mundo, não há melhor inscrição.
E, um dia, quando a saudade, querida,
Vier, procura a árvore preferida,
Visita-me - talvez o troco 'steja são!
Farei cair , das alturas, flor colorida
Que ao parar na tua palma comovida,
Irá tomar a forma do meu coração!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
A ESSÊNCIA DO AMOR
É o sopro inicial, Verbo primeiro Que do nada faz corpo e consciência, É fonte intemporal, fogo inteiro, Onde o tempo se apaga na existência...
-
Lembro-me duma antiga companheira Daquele tempo de feliz adolescente Que chegou ao pé de mim e de brincadeira Beijou-me a boca tão discretam...
-
Férias no meio da Natureza, Cercada por muitos encantos, Dos pássaros ouvindo o canto, O vento a bailar com certeza. Dias de color à beira r...
-
Vai, peregrino do caminho santo, Faz da tua alma lâmpada de cego, Iluminando fundo sobre pego, As invisíveis emoções do pranto. Ei-lo, do Am...

Sem comentários:
Enviar um comentário