quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
O CAFÉ
Café, tens a mesma cor
e a mesma procedência,
És aroma e essência
E amargo no sabor.
Em tempos coloniais
Tu bem vias a espessura
da "liama" à cintura
Como cinturões reais.
Falámos ao obreiro
que nos apertava a mão,
tempo de revolução...
Desconfia, cafeeiro!
Depois, vinha um poeta,
Sério, meditabundo...
Queria mudar o mundo
Com uma só quadreta!
Vamos, gente de valor!
O café pede-nos fé!
Livres como o café,
Somos fortes com amor!...
Modesto
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