Caminhando à chuva, apanhei água
E com esta chuva lavei o meu corpo:
Encontro-me numa piscina de mágoa,
Onde vivo como s'estivesse morto.
São as mágoas que a vida nos trás,
Mágoas que não rejeito mas afágo-as...
Eu queria ser feliz, viver em paz,
Mas o meu caminho está cheio d'águas.
São águas onde meu amor navega
E é nelas que sinto algum conforto,
Mas vivo como se estivesse morto.
Tenho meu coração cheio de entrega
E só quero viver com felicidade,
Mas meu caminho à chuva é saudade.
Modesto
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
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