Enquanto se propagam teorias,
Ideologias, filosofias...
Eu vou, devagarinho,
Com o meu pouco engenho,
Propagando a simplicidade:
Como a sensualidade
De uma flor
Que se abre
Ao pólen do amor;
E a beleza
Que a Natureza
Nos faculta,
Com a sobriedade
Oculta
De um fruto a amadurecer
E da humanidade,
com habilidade,
Em o comer.
Não penso
No destino avarento
Desta sociedade
Que só quer acumular
Riqueza
E esquece a simplicidade
Da Natureza,
Que com alegria,
Não tece nem fia
E se veste de sumptuosidade.
Eu quero dar lições de lealdade,
Cantando a felicidade
Com as suaves cores do dia
E das líricas noites de alegria,
Com a inocência da criança,
Que na sua simplicidade,
Dá lições de esperança
À Humanidade.
E continuo a acreditar
Que o melhor da vida é aceitar
Viver como a Natureza
Que não anda à procura da certeza
Para acreditar
Num amanhã
De vida sã
E que a sensatez
É o que acreditamos, talvez,
Sem procurar
As razões dos mistérios,
Com os diferentes critérios,
Na intenção de os resolver de vez.
Prefiro a simplicidade do Camponês,
Que na sua pacatez,
Aprende mais que o doutor,
Nestas questões do Amor.
Modesto
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