Sempre procurei ser exigente comigo mesmo, sobretudo a partir dos 16 anos. Por isso, fui estudar, mesmo não tendo condições económicas nem preparação intelectual adequadas. Depois, na minha vida profissional, continuei a ser exigente e a exigir eficiência aos que me rodeavam e consegui algumas proezas. Agora tornei-me mais sereno e compreensivo. Mas continuo a acreditar que um simples fluir de palavras que inspirem esperança, confiança e empatia, cura a tendência para o egoísmo, o relativismo, o consumismo, o individualismo... e ajuda a debelar o cepticismo e a amargura que grassam na nossa sociedade actual.
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
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