quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

POESIA

 Dormem versos nos rubros corações,
Como sonhos vividos de quimera...
Depois, ao longe, ouvem-se as canções:
A andorinha, a rola, a Primavera...

Dentro do cofre deste coração
Há pérolas, rubis, jaspes, safiras,
Um rouxinol feliz traz a canção
Acompanhada de suaves liras.

A minha seara está madura
À espera do Ceifeiro Diligente.
A mesa do poeta tem fartura
Daquele pão que mata a fome à gente.

Os meus versos são ramos de oliveira
Que alguém num alto mastro colocou...
Quem viu esta pacífica bandeira,
Sorriu e de alegria até cantou!

Modesto

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