quinta-feira, 30 de maio de 2019
OLHAI PARA O POVO
Cegos governantes, surdos ouvidos,
Bocas inúteis, com clamor, faladas
De mentiras - ecos que dão gemidos!
Sois almas sem governo, apagadas.
Consciências fúteis sem sentidos,
Vagas, nefandas e desmanteladas,
Sem óculos pra não vos ver vencidos,
Portas de ferro, com furor, trancadas.
Deixai-vos de governar nestas furnas
Sinistras, cabalísticas, noturnas,
Onde há escândalo caudaloso.
Fazei da dor - pobre viver humano -
A flor do sentimento soberano,
A flor 'standartizada doutro gozo!
Modesto
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
ERMIDA
Morava na Capela esbranquiçada, Com Seu Manto de Luz, a Virgem pura; Tinha o rosto vestido de alvorada, Irradiava o Seu olhar, doçura. Na Su...
-
Devagar que 'inda agora era Setembro De areias tocadas de sol e vento!... Desse odor a mar, ainda me lembro, Vem Outubro tão calmo e ter...
-
Ó tu do grande amor fiel traslado Mariposa, entre as chamas consumida, Pois se à força do ardor perdes a vida, A violência do fogo me há pro...
-
Vou contigo por estas cordilheiras! Põe teu manto e bordão e vem comigo, Atravessa as montanhas sobranceiras E nada temas do mortal perigo! ...

Sem comentários:
Enviar um comentário