terça-feira, 15 de maio de 2018
MINHA ALDEIA E SEU RIBEIRO
Aldeia qu'rida, manancial de frescura,
Oh!São tantos os encantos do teu ribeiro!
Desvanece-se minha forte amargura,
Na água corrente contínua... Ligeiro.
Ó belo ribeiro, afago de ternura!
Em ti me diverti, salutar brincadeira.
Como te recordo, na custosa lonjura,
Foste e és fonte da beleza primeira!
Venho visitar-te, com a minha saudade.
Vim ver correr tuas águas em liberdade
E encher de encanto o meu coração!
Aqui venho fixar imagens a preceito,
Encantado com pedras lisas do teu leito
E que são, para mim, terna recordação!
Modesto
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