sábado, 27 de fevereiro de 2016
O MAR COM POESIA
Tarde escura com vento e frio,
Mar bramindo em tom de arrepio,
Vem-se juntar à minha solidão.
Este mar bravo e a ventania
Levam longe a minha agonia,
Até me causar grande aflição.
Na branca espuma das suas vagas,
Dançam as minhas lembranças e mágoas
Que se riem da minha solidão.
E depois a revolta as embala,
Eu mostro-lhes a minha dor que fala
Bem cá dentro... dor de coração.
Eu bem vos ouço, vagas passageiras...
Na verdade, sois minhas mensageiras:
Levais, p'lo mundo, minha solidão.
Modesto
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